sexta-feira, 19 de junho de 2015

Bicicleteiros, ciclistas, radicais? Não, promotores da liberdade coletiva!



Como um vulto o "transito" nos enxerga,
  

 mas sabemos dar valor a uma sombra, fresca e atraente de uma bela arvore; 


 estamos prontos para rodar por toda a cidade;


e "livres" para nos prender em qualquer lugar;


sob a luz do sol produzimos 


e na escuridão retornamos;


aparentemente vulneráveis aos desníveis e problemas das cidades, 


mas fortes nas amizades e companheirismo;


treinando,


desfilando, 


 trabalhando,



 e acima de tudo pedalando. 


Sinônimo de pobreza do passado, moda do agora, solução do futuro, quem sabe? O que realmente sei é que de bike  me sinto livre, forte, integrado a cidade e espero respeito de todos, pois na pior das hipóteses quando estou de bike nas ruas deixo espaço para que os outros possam usa-las e mesmo que presos se sintam um pouco mais livre!


Cicling for life!


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