Como um vulto o "transito" nos enxerga,
mas sabemos dar valor a uma sombra, fresca e atraente de uma bela arvore;
estamos prontos para rodar por toda a cidade;
e "livres" para nos prender em qualquer lugar;
sob a luz do sol produzimos
e na escuridão retornamos;
aparentemente vulneráveis aos desníveis e problemas das cidades,
mas fortes nas amizades e companheirismo;
treinando,
desfilando,
trabalhando,
e acima de tudo pedalando.

Sinônimo de pobreza do passado, moda do agora, solução do futuro, quem sabe? O que realmente sei é que de bike me sinto livre, forte, integrado a cidade e espero respeito de todos, pois na pior das hipóteses quando estou de bike nas ruas deixo espaço para que os outros possam usa-las e mesmo que presos se sintam um pouco mais livre!










