quinta-feira, 15 de setembro de 2016

Equilíbrio, força e elasticidade, eu vos apresento Pilates!

Bonitinhos e bonitinhas, vos apresento PILATES!
Pure Pilates


Segundo a Revista Pilates, o método é um conjunto de exercícios físicos e alongamento que utiliza o peso do próprio corpo na execução. A técnica de reeducação do movimento  que visa trabalhar o corpo todo, trazendo equilíbrio muscular e mental.

Ele trabalha vários grupos musculares ao mesmo tempo, através de movimentos suaves e contínuos, com ênfase na concentração, no fortalecimento e na estabilização dos músculos centrais do corpo (abdômen, coluna e pelve).



O Pilates mistura um treino de força e flexibilidade que ajuda a melhorar a postura, alongar e tonificar os músculos sem exageros. Os exercícios focam na qualidade dos movimentos, ao invés da quantidade, deixando o praticante revigorado após a prática. Todo o método está baseado em seis princípios que pretendem devolver ao homem uma movimentação mais espontânea e consciente: o centro de força (core), a concentração, o controle, a fluidez de movimento, a precisão e a respiração.

A técnica prioriza o equilíbrio, assim nenhum grupo muscular fica sobrecarregado e o corpo trabalha de forma mais eficiente qualquer movimento, desde atividades do dia a dia até a prática esportiva. Os exercícios de Pilates podem ser feitos no solo, com o auxílio de acessórios, ou em equipamentos, como o “Reformer”, o “Cadillac” e a “Chair”.





QUAIS OS BENEFÍCIOS DO PILATES?

• Alongar, tonificar e definir a musculatura sem exageros;
• Melhorar a postura;
• Tonificar a musculatura profunda do abdômen;
• Trabalhar a percepção do corpo e da mente;
• Prevenir e recuperar lesões;
• Reduzir o “stress” e aliviar as tensões;
• Deixar sua coluna mais forte e flexível;
• Melhorar a área de movimento das articulações;
• Melhora a circulação sanguínea;
• Aumentar a coordenação e o equilíbrio;
• Corrigir sobrecargas e alinhar os músculos;
• Melhorar a mobilidade e a agilidade;
• Complementar o seu treino esportivo;

• Melhorar o visual de seu corpo e a sua auto-estima.


Partindo desta simples, porem precisa explicação, podemos associar e incluir em nossos treinamentos essa atividade.

É conhecido na pratica do ciclismo, seja ele na estrada ou no MTB, que a atividade é de fato desgastante, exigindo dos praticantes longas jornadas por rodovias em posicionações pouco convencionais e/ou muita força, flexibilidade e equilíbrio em single track mais pesados.

Esses esforços proporcionam uma serie de problemas:
  • Tendinite no joelho
  • Lombalgia
  • Lesões musculares
  • Parestesia Peniana
  • Fasciite Plantar

Em resumo o trabalho complementar do Pilates pode e vai proporcionar ao atleta, seja ele amador ou profissional uma melhora na performance, contribuirá para evitar lesões relacionadas aos esforços repetitivos, estimula um melhor controle da postura, tonifica o CORE (musculatura profunda), educa e amplia a capacidade respiratória,  tornará a musculatura mais "alongada" e tonificada isso sem ganhar muito peso porque afinal é essencial que sejamos leves e fortes. 



sexta-feira, 12 de agosto de 2016

Um Km por vez, rumo a Trindade GO!

 Como diria o Rock Balboa: " um passo de cada vez, um passo de cada vez e um round de cada vez" , poderia completar um Km de cada vez.

Assim, um km por vez,decidimos fazer 230!

Para começar melhor explicar o motivo. Aqui no Goiás (assim mesmo que fala por aqui "no Goiás") existe um a tradição de ir para Trindade para quitar suas dividas com Divino. Conta a historia que um casal de agricultores chamados Constantino Xavier e Ana Rosa encontram no rio (Barro Preto) um medalhão com a imagem da Santíssima Trindade coroando a Virgem Maria. Nesta época Trindade se chamava Barro Preto e ainda pertencia ao Município de Campinas que hoje pertence ao município de nossa capital Goiânia.

Em meados de 1848 com o medalhão já em uma pequena capela a tradição familiar cresce e os agricultores percebem que aquela Graça não é só de sua família e começa a nascer nossa maior festa religiosa. No começo do seculo XX a igreja assume, Barro Preto passa a se chamar Trindade e tudo segue para o que temos hoje um cidade com vocação religiosa, uma Basílica de tirar o folego e um ambiente perfeito para orações e revigorar a fé.


Vamos para a nossa jornada.

Nos reunimos para nossa viajem as 4 AM na casa do Duarte Aniceto que por sinal estava pronto, sua esposa Fernanda decide  de ultima hora que iria, Emerson Carraro alerta e pronto e Fred (eu)  que estava com sono, porem pronto para jornada.

Saímos pela avenida principal de nossa cidade Rio Verde, era feriado municipal (aniversario da cidade) e pegamos a estrada rumo a Trindade.

É engraçado pedalar longas distancias em grupo, nós sempre saímos otimistas de nossas metas, que vamos pedalar em bloco, respeitaremos as diferença e tal. Na pratica não é tao belo assim, cada um tem suas individualidades, metas, preparo, concentração e quando as coisas apertam vamos nos tornando mais verdadeiros e mostrando um pouco de nossas inseguranças. Parece muito uma empresa onde parece e tão somente parece que as metas são simples, mas cada um tem um jeito de pensar e tudo fica confuso na busca dos objetivos. Só lembrando que não digo briga e sim conflitos e todos solucionáveis e talvez imperceptíveis.

Voltando para pista, saímos cedo e enfrentamos um frio cruel no fim da noite e começo da manha, calor de matar em plena 13:00 e aquela brisa agradável no fim do dia
.
Tivemos um media regular e na medida do possível, nos ajudamos de forma a fazer o possível para atingir nossa meta.

Contar para vocês como foi na estrada não é, talvez, tão importante, mas vou falar uma coisa. Quando você pedala 230 km, passa por frio-calor-frio, enfrenta subidas fortes, vento de ter que pedalar em plena descida, briga com sua cabeça sobre seguir ou desistir, não aquenta mais ficar sentado na bike, câimbras, dor de cabeça, motorista ignorante e de repente chega no seu objetivo escutando do seu amigo que parece cético dizer que esta arrepiado de ver aquele lugar, tudo se resolve.

Alguns vão te chamar de louco, outros vão rir, não se importar, mas desejo a vocês viver algo semelhante, pois tem coisas que não é possível contar e para sentir ,só vivendo.

Então por fim se deseja fazer algo meio maluco ou que a maioria não entenda, siga um passo por vez, um km por vez, chegue onde deseja e sinta o indescritível!  






"Eu não sou um cara muito religioso rs porém sempre quis ir neste lugar, visitar esse santuário e nunca dava certo de ir na época festiva onde milhares de pessoas pagam um preço alto pra chegar aí, mas dessa vez deu msm sendo meio fora da época! Realmente a energia desse lugar é forte, só de sentar no último banco da igreja, morto, muito cansado e ouvir um pouco da mensagem da celebração que estava acontecendo já valeu muito a pena. Sempre achei que esse trajeto até Trindade era um pedal obrigatório no currículo de um ciclista de Goiás, tipo um batizado de crisma haha! Foi muito duro, o calor insuportável, paramos numa sombrinha no meio do nada pra aliviar um pouco, o vento, as longas subidas e etc mas o desejo e a determinação de chegar falaram mais alto, e falo mais uma coisa: foi fera!!"         Emerson Carraro


sexta-feira, 22 de julho de 2016

MOVA MAIS é gordura em troca de dinheiro!

E ai galera, andei, um tanto sumido, mas o que importa é que estamos de volta!

Para recomeçar trago uma dica fenomenal para vocês que amam atividades físicas ao ar livre como nossa amada bicicleta, corrida, caminhada, atividades em cadeiras de rodas, natação e etc.

O Programa chama-se MOVA MAIS e nada mais é que um programa de benefícios, equivalente aos de cartões de credito, em que suas atividades físicas são transformadas em pontos. Estes pontos podem migrar para MULTIPLUS  e então você pode obter passagens aéreas, brindes, descontos e etc.

Ai você pode perguntar: “-por que?”

A sacada foi reunir patrocinadores no meio da Saúde e fazer com estes pagassem para que as pessoas trocassem calorias por dinheiro de forma indireta. ( e um investimento do Flavio Augusto do Geração de Valor, que alias se puderem saber mais sobre ele, vocês vão gostar!)

O MOVA MAIS não roda sozinho, então é necessário que você utilize um app tipo STRAVA, RUNKEEPER, NIKE+ entre outros para justificar a atividade que então é transformada em pontos.


Agora senhores entrem no aqui no MOVA MAIS cadastre-se  convide seus amigos e contabilizem seus pontos, de um plus com os desafios e valorizem os desenvolvedores Brasileiros.


quarta-feira, 24 de fevereiro de 2016

A numero 1 é puro pedal modinha, infelizmente!

Conheça seis modinhas “inofensivas” que quase causaram destruição generalizada

texto de: Merelyn Cerqueira

pneu-de-bicicleta


Modismos quase nunca estão relacionados a coisas boas, mas raramente são prejudiciais.



Passamos pela moda dos tamagotchis, cubos mágicos, tênis com luz no solado, entre outros brinquedos populares no passado, para chegarmos nos modismos mais tecnológicos, como qualquer aparato da Apple ou até os inexplicáveis hoverboards. No entanto, apesar do dinheiro investido, acabamos abandonando todas essas modas, e, na maioria das vezes, sem resquício algum de interferência em nosso bem-estar.



Porém, alguns modismos não podem ser considerados tão inofensivos. Eles podem ter marcado o início de guerras, mortes, destruição e escravização de nações inteiras, tudo por causa de algum objeto simples que as pessoas queriam usar, comer ou ostentar. O site Cracked apresentou seis deles, e nós mostramos para você agora.



6 – A “febre” do rádio (Ra) que fez de Paris uma cidade radioativa
Marie-Curie

Em 1898, Marie e Pierre Curie descobriram o rádio, que como o próprio sugere, trata-se de um elemento químico altamente radioativo, capaz de envenenar qualquer coisa viva que entre em contato prolongado com ele. Posteriormente, o elemento acabaria se tornando a base para o desenvolvimento da radioterapia para o tratamento de câncer.



No entanto, naquela época, as pessoas não tinham ideia do ele fazia. Por brilhar no escuro, e ter sido descoberto um momento em que a Ciência era considerada quase magia, as pessoas começaram a colocar rádio em tudo que conseguissem pensar e assim começou um modismo radioativo que atingiu Paris (e, em menor quantidade, o resto do mundo).



O elemento virou tendência e por alguma razão inexplicável, as pessoas passaram a acreditar que ele era um tônico revigorante para a vida, ainda mais por causa do característico brilho. Sendo assim, o rádio foi adicionado a pastas de dentes, pomadas, barras de chocolate, maquiagens, cremes para o rosto, bem como supositórios utilizados para melhorar a capacidade sexual. Além disso, era comercializada a chamada “agua de rádio”, uma “vitamina” vendida com o slogan “A cura para os mortos-vivos”.



Foi um momento muito divertido e “brilhante” na cidade, exceto pelo fato de que muita gente estava sofrendo com os efeitos da radiação. Posteriormente, a ANDRA, uma organização responsável pelo monitoramento e tratamento de resíduos radioativos na França, identificou 130 áreas que ainda possuíam traços de radiação capazes de trazer riscos à saúde.



Atualmente, a organização gasta 4 milhões de euros por ano em descontaminação, tudo por causa de alguns parisienses “modinhas” que queriam colocar as mãos em uma das mais perigosas criações da natureza.



5 – A moda da tinta verde que envenenou milhares de pessoas na Inglaterra

Em meados de 1800, a Inglaterra vivia a Era Vitoriana. Nesse período, um corante chamado “Verde de Scheele” virou mania entre a população. O tal verde foi usado em tudo, desde roupas, acessórios, brinquedos, velas, cortinas, papéis de parede e até alimentos. No entanto, o principal ingrediente da tintura era o arsênico, que como muitos de nós sabemos, trata-se de um poderoso veneno. Sendo assim, as pessoas foram literalmente revestindo roupas, brinquedos e paredes com um metaloide capaz de causar necrose nos órgãos.



A pior parte é que, elas sabiam que o arsênico era venenoso, pois suas propriedades já eram bem conhecidas à época, e a presença dele na tintura não era nenhum segredo. Porém, por alguma razão também inexplicável, essa informação não impediu que a coloração fosse utilizada em excesso.



Apesar de também ser utilizada em alimentos, foram os papéis de parede que causaram os maiores números de envenenamento. O gás tóxico lançado pela composição da umidade das paredes, acabou matando milhares de famílias.



Posteriormente, o perigo foi melhor revelado e até mesmo a Rainha Vitória mandou que retirassem os papéis de parede de sua residência. No entanto, cem anos depois, as pessoas ainda lutam com as sequelas deixas pelo Verde de Scheele, que fez de alguns dos edifícios mais antigos do País, verdadeiras câmaras de gases.



4 – A mania britânica por chá deixou milhares de chineses viciados em ópio e iniciou uma guerra
cha-verde


É de conhecimento mundial que os ingleses têm uma certa mania por chás. No entanto, durante o século XIV, era o gin que estava fazendo a cabeça da população. Essa bebida era mais barata que o chá, que era importado da China a um preço muito caro que só poderia ser pago em prata. No entanto, quando o movimento dos temperos e especiarias varreu a Inglaterra, a demanda por chá explodiu. Sendo assim, os ingleses passaram a trocar o chá por nada mais do que ópio.



O ópio era ilegal na China, mas ainda havia uma forte demanda por ele, o que fez com que os britânicos conseguissem trocar enormes quantidades de chá pela droga. Assim, o chá invadiu a Inglaterra, e o ópio chegou à China. Logo, a maioria dos chineses já estava viciada: quase 90% dos homens com idade inferior a 40 anos, que viviam ao longo da costa.



Obviamente que os impactos foram devastadores, com os viciados vendendo tudo o que possuíam para conseguirem mais drogas e o forte impacto que isso causava na economia chinesa. Sendo assim, em 1839, o imperador da China decidiu que era hora de acabar com o comércio ilegal de drogas, apreendendo milhares de caixas de ópio e cortando as relações de comércio de chá com a Inglaterra.



Porém, a esse ponto, a mania do chá já tinha se espalhado por toda a Inglaterra, e a demanda continuava crescendo. Para solucionar esse problema, eles resolveram mandar a marinha real à China. Foram enviados 16 navios de guerra britânicos que bombardearam por dois anos a região da costa chinesa para Xangai, massacrando de 20.000 a 25.000 soldados e recuperando o chá.



Posteriormente, os chineses foram forçados a assinar um tratado de controle de concessão da Ilha de Hong Kong aos britânicos, a abertura de cinco rotas de comércio para a venda de ópio, bem como o pagamento de todas as despesas causadas pela guerra.



3 – O amor mundial pelo jeans pintou a China de azul
calca-jeans


Como muitas outras commodities, a produção de denim é terceirizada na China – especialmente de Xintang, que produz cerca de 200 milhões de calças jeans por ano. No entanto, a combinação de água sanitária e corante índigo, utilizados no processo de fabricação, está envenenando Zhu Jiang (Rio das Pérolas), uma hidrovia de mais de 2.400 quilômetros de extensão que fornece água potável para mais de 12 milhões de pessoas.



O escoamento de resíduos das fábricas de denim contém metais pesados, como chumbo, mercúrio, cadmio e selênio. Todos são neurotoxinas ou agentes cancerígenos por si só, mas quando misturados em um fluxo, viram verdadeiro “suco de câncer” capaz de detonar um cérebro.



2 – A mania dos romanos por açúcar acabou causando um envenenamento massivo por chumbo

calda-de-acucar

Os antigos romanos descobriram que, se pegassem uma certa quantidade de frutas e fervessem até que toda a água secasse, resultaria em um xarope muito doce, chamado por eles de defrutum. Eles colocavam essa substância em tudo: carne, queijos, vinhos e até mesmo o utilizavam como conservante – mais ou menos como utilizamos o xarope de milho hoje em dia.



A princípio, a ideia não parece ser tão nociva. No entanto, não foi a obesidade o problema a que nos referimos, e sim um envenenamento massivo por chumbo. As frutas eram essencialmente fervidas em panelas de chumbo, já que as de bronze ou cobre mudariam o gosto do xarope. Sendo assim, cada dose da substância continha mais de 1.000 vezes a quantidade aceitável de chumbo no organismo. Ou seja, a maioria dos romanos estava sofrendo com envenenamento crônico causado pelo vício em defrutum, apresentando sintomas de perda de peso, anemia, irritabilidade e delírio. Com isso, alguns dos historiadores chegaram até a fazer conexões com o uso da substância como causa de algumas das maiores indulgências realizadas por certos imperadores romanos.



Assim, como o caso do arsênico na Inglaterra, os romanos também estavam cientes de que consumir o defrutum poderia causar um certo tipo de loucura, no entanto, eles simplesmente não davam a mínima.



1 – A demanda por pneus de bicicletas resultou em um genocídio no Congo
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Durante a década de 90, a febre pelo ciclismo atingiu níveis epidêmicos na Europa e na América, as pessoas estavam prontas para mergulhar de cabeça em qualquer frivolidade que pudessem encontrar. Nos Estados Unidos, à época, havia uma bicicleta para cada sete americanos, e em 1895, a bicicleta era tão popular que os jornalistas do The New York Times se sentiram plenamente confiantes em afirmar que, qualquer um que não possuísse uma bicicleta era aleijado ou irremediavelmente quadrado.



Uma das causas para o aumento da demanda pelo meio de transporte foi a invenção dos pneus infláveis, já que, anteriormente, eram utilizadas rodas de madeira ou metal. Sendo assim, deu-se início à escravização de uma nação africana inteira, apenas para suprir a “necessidade” das pessoas.



A vítima da vez foi o Congo, governada à época pelo rei Leopoldo II da Bélgica, que a esse ponto já explorava o país em busca de marfim e borracha. Sendo assim, ele estava mais do que disposto a atender à crescente demanda por pneu e obrigou a população congolesa a trabalha dia e noite na extração da borracha e produção dos pneus. Se uma aldeia não produzisse uma quantidade específica de borracha, o rei ameaçava queimá-las, matar todas as crianças, cortar a mão de todos os trabalhados ou realizar as três opções de uma só vez.



Nesse período, a escravização já era, tecnicamente, proibida em todo o mundo, mas Leopold manteve o Congo isolado, controlando completamente todas as rotas de comércio e transformando toda a área em uma gigante e desumana fábrica de borracha.



Durante a febre do ciclismo, foram vendidas aos EUA mais de 10 milhões de bicicletas. Na mesma época, a população do Congo diminuiu quase em 10 milhões.


link original: Jornal da Ciência

terça-feira, 23 de fevereiro de 2016

só falta 15 km kkkkkkk! vão gostar do 3°

Gostei desse post !!!
Sempre vai ter o que vai estar super cansado, super moído e por aí vai. Essas técnicas que não passam de grandes mentiras dos ciclistas para mexer com o psicológico dos parceiros.Vejam se identificam ou se conhecem alguém que sempre fala as mesmas frases!1 – “Tô panga, não sei se aguento”Essa com certeza é a mais contada e a pior de todas, pois o ciclista se faz de coitadinho e na hora do pedal “soca a bota” e faz todo mundo comer poeira.2 – “Ahh, esse rolê não da nem 3 horas, voltamos antes das 11!”Quando você escutar isso na hora que estiver combinado o treino, Fuja enquanto da tempo! Quando um ciclista fala assim é porque vai ser demorado e longo! Leve bastante comida e prepara as pernas e o psicológico.3 – “Está terminando, essa é a última subida, vamos dar uma acelerada”já era! Se você não conhece o caminho é sinal que o pior está por vir, pois ao mesmo tempo que serve de incentivo para terminar logo o sofrimento, fica interminável e o “está logo ali o final” falta pelo menos uns 25km.4 – “Então, hoje acordei com uma dor nas costas, não sei o que é…”A mentira da dor é uma das mais usadas também, mas já não tão eficaz. Afinal, como que você está com dor e está pedalando desse jeito? Me explica!5 – “Minha bike não ta legal, acho que o freio ta pegando”Maldito freio! Podia estar soldado o freio que o filho da mãe não alivia no ritmo, aí você na hora pensa “Imagina se a bike estivesse boa então”.Essa são algumas das grandes mentiras dos ciclistas, e se você conhece alguém que sempre fala isso, compartilhe com ele!
Sempre vai ter o que vai estar super cansado, super moído e por aí vai. Essas técnicas que não passam de grandes mentiras dos ciclistas para mexer com o psicológico dos parceiros.

Vejam se identificam ou se conhecem alguém que sempre fala as mesmas frases!

1 – “Tô panga, não sei se aguento”

Essa com certeza é a mais contada e a pior de todas, pois o ciclista se faz de coitadinho e na hora do pedal “soca a bota” e faz todo mundo comer poeira.

2 – “Ahh, esse rolê não da nem 3 horas, voltamos antes das 11!”

Quando você escutar isso na hora que estiver combinado o treino, Fuja enquanto da tempo! Quando um ciclista fala assim é porque vai ser demorado e longo! Leve bastante comida e prepara as pernas e o psicológico.

3 – “Está terminando, essa é a última subida, vamos dar uma acelerada”

já era! Se você não conhece o caminho é sinal que o pior está por vir, pois ao mesmo tempo que serve de incentivo para terminar logo o sofrimento, fica interminável e o “está logo ali o final” falta pelo menos uns 25km.

4 – “Então, hoje acordei com uma dor nas costas, não sei o que é…”

A mentira da dor é uma das mais usadas também, mas já não tão eficaz. Afinal, como que você está com dor e está pedalando desse jeito? Me explica!

5 – “Minha bike não ta legal, acho que o freio ta pegando”

Maldito freio! Podia estar soldado o freio que o filho da mãe não alivia no ritmo, aí você na hora pensa “Imagina se a bike estivesse boa então”.

Essa são algumas das grandes mentiras dos ciclistas, e se você conhece alguém que sempre fala isso, compartilhe com ele!

link original: Algoo Power Sports